Motivo do blog:
A grande bola da vez é a Física Quântica - que comprova a espiritualidade antiga oriental. Portanto, visto que somos co-criadores e ao mesmo tempo participantes do Universo, vamos aproveitar e criar alegria, amor, paz, tolerância e todas as coisas que fazem o ser humano ser equilibrado e feliz. Vamos criar nossa própria felidade, minha gente, curtindo os dias de nossa vida! CARPE DIEM...
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
ILUMINISMO E ESPIRITISMO
O Iluminismo, ou melhor dizendo, a Filosofia das Luzes, é o movimento filosófico do sec. XIX, que se caracteriza pela confiança no progresso e na razão, pelo desafio à tradição e à autoridade e pelo incentivo à liberdade de pensamento. O Espiritismo, considerado um libertador de consciências, utilizou esses avanços de pensamento.
O Iluminismo visa à emancipação do ser humano e de toda a humanidade por meio das luzes da razão. A chamada idade da razão tem por objetivo a sua própria autonomia, no sentido de vencer as trevas da superstição, da ignorância, do fanatismo, e da intolerância tanto moral quanto religiosa.
O Iluminismo assume o pressuposto de que a felicidade já não é algo utópico, mas encontra-se atrelada ao progresso material e moral da humanidade. Consequentemente, o seu carro chefe é a revolução industrial e a descoberta de novas técnicas para tornar os bens naturais em bens úteis. O homem deveria sair do estado de minoridade em que ele mesmo havia se colocado; a minoridade significando a própria incapacidade de usar o próprio intelecto sem a orientação de outrem. Daí a confiança na razão, no racional, e o repúdio a religião.
Qual o papel das ciências na propagação do iluminismo? A razão suspeitava de tudo. Para a comprovação dos fatos, precisava de provas. Porisso o aparecimento das diversas ciências, cujo método teórico-experimental, em todos campos do saber, preparava a revolução industrial, a revolução da energia.
O Espiritismo surgiu na época certa, quando as ciências já estavam desenvolvidas e o método teórico-experimental era aplicado em tudo que se pensava saber. Se tivesse sido cogitado antes, poderia não vingar. Havia a necessidade de se aliar a razão a fé, ou seja, tornar a fé raciocinada.
Allan Kardec era um cientista, e como tal, tinha muito apreço pela relação causa e efeito. Não resta dúvida que recebera influência do iluminismo, pois não vivia à margem do que acontecia na França. Observe sua reação ao fenômeno das mesas girantes. Enquanto o seu amigo falava que as mesas se moviam, ele aceitava tranquilamente. Foi só relatar que, além de se mover as mesas também falavam, ele colocou em dúvida tal afirmação e foi procurar a causa, ou seja, de onde vinha aquela voz, visto que uma mesa não tem cérebro para pensar.
O espiritismo prende-se a todos os ramos da Filosofia, da Metafísica, da Psicologia e da Moral. É a síntese de todo processo de conhecimento, desde a filosofia de Sócrates e Platão, considerados os seus precursores. É a mais completa Doutrina de Consolo até hoje aparecida na face da Terra. Em seu conteúdo doutrinário, toca em todos pontos centrais de toda e qualquer filosofia ou religião, como é o caso de Deus, do Espirito, da matéria, da sobrevivência da alma após a morte e da comunicação com os espíritos.
A sociedade em que vivemos continua sendo influenciada pelos ideais iluministas. A influência dos iluministas, considerada sua presença na modernidade, e suas marcas históricas deram um novo rumo à política, à economia, à cultura, à sociedade e à ciência. O Estado reformulou-se, a imprensa libertou-se da censura, o mercado ampliou seu espaço, a ciência moderna avançou nos seus descobrimentos.
A democracia - o direito ao voto - tornou-se um estado de direito de muitas nações. A cultura secular, o expansionismo econômico, a indústria que se abriu para a modernização, o equilíbrio do três poderes, o declínio da religião escravizadora, a importância histórica, a superação do pensamento tradicional, são algumas das invenções culturais do iluminismo.
A sociedade em que vivemos continua sendo influenciada pelos ideais iluministas. Voltaire, Rousseau, Diderot, Montesquieu, Descartes, Newton e muitos outros refletiam o rompimento com a ideologia religiosa dominante e em decorrência viu-se a formação daquilo que foi celebrado na modernidade como sendo a "autonomia da razão", as "luzes da razão". Promovendo uma cultura baseada na "secularização da consciência" e no "mecanismo científico" promoveram o esvaziamento da alma do mundo, nas suas explicações estritamente materiais, onde "a matéria explica a matéria" e o universo é unidimensional.
As principais teorias e concepcões científicas do sec.XIX, o Positivismo, o Evolucionismo, o Marxismo, tiveram a marca do legado iluminista, ao messo tempo progressista, racionalista e experimental.
Nesse contexto do Século das Luzes, na França, onde o Iluminismo assumiu sua feição intelectual mais vigorosa, o espiritismo é elaborado pelo iluminista Allan Kardec.
Na revelação da Doutrina Espírita, é exato dizer que o espiritismo é uma ciência de observação, e não, produto da imaginação. As ciências só fizeram progressos importantes depois que seus estudo se basearam no método experimental. Até então, acreditava-se que esse método só era aplicável à matéria, ao passo que o é, também, às coisas da "metafísica".
Allan Kardec não apenas reconhecia o papel fundamental do método positivo no avanço e na consolidação da ciência moderna, como, também, desenvolveu procedimentos para empregar tal método em seus estudos dos fenômenos espíritas, utilizando a teoria do progresso da natureza humana, a lógica e a experimentação como métodos da ciência, a racionalização da vida social, as noção das leis universais que regem o universo e a humanidade, o evolucionismo biológico e a educação racional, sendo possível constatar a significativa influência das principais vertentes do pensamento iluminista (racionalismo, experimentalismo, evolucionismo).
O espiritismo assume uma feição naturalista, isto é, concebe a evolução da vida e da humanidade por meio de leis naturais. Entre elas a reencarnação e a influência recíproca entre os diferentes planos da vida.
O caráter iluminista do espiritismo aparece no seu método, na compreensão da transformação da sociedade, através da mudança de nível da consciência e da irresistível força do progresso (moral, social, antropológico). Aparece, também, no conhecimento racional das leis espirituais, na sua aplicação no campo psicológico, nas crenças, na mudança da sociedade e das instituições.
Em verdade, Allan Kardec, respirando o clima cultural da França no século das luzes, soube trancendê-lo.
Enquanto o modelo da ciência positiva instaurava o império da razão "objetiva", Allan Kardec, no intercâmbio com os "mortos", descobria formas de vida e matéria em outras frequências e planos. Deste diálogo com o desconhecido, foi possível desfazer o aparente abismo da transcendência.
Dessa forma, Allan Kardec, com sua infidelidade ao paradigma cientificista de sua época, soube construir uma nova ciência, uma nova linguagem.
Afinal, descrever formas de matéria cuja grau de eterização rompia com a física corpuscular de Newton, em pleno sec. XIX, significou avançar na direção de uma Concepção Quântica do Universo.
Sendo assim, o espiritismo é, por um lado, iluminista no seu conhecimento racional das leis que regem a evolução bio-psico-espiritual do gênero humano. Encantando o mundo, apontando os valores espirituais, como o amor e a fraternidade universal, com o significado profundo de cada nível evolutivo em cada encarnação.
Mostrando cada ser com a sua individualidade em diferentes esferas e manifestações da vida na grande teia do universo, que não é outra coisa senão os pensamentos e sentimentos de Deus.
Nesse sentido é bom relembrar mais algumas palavras de Kardec, o próprio codificador que sempre respeitou toda manifestação intelectual e física:
"O Espiritismo é uma doutrina filosófica de efeitos religiosos como qualquer filosofia espiritualista, pelo que forçosamente vai encontrar-se com AS BASES FUNDAMENTAIS DE TODAS AS RELIGIÕES: DEUS, A ALMA E A VIDA FUTURA. MAS NÃO É UMA RELIGIÃO CONSTITUÍDA, visto que não tem culto, nem ritos, nem templos e que, entre seus adeptos reais, nenhum tomou o título de sacerdote ou de sumo sacerdote (...) O Espiritismo proclama a liberdade de consciência como um direito natural; proclama-a para seus adeptos assim como para todas as pessoas. Respeita todas as convicções sinceras e faz questão de reciprocidade". (Kardec, Obras Póstumas - Ligeira Resposta aos Detratores do Espiritismo, pág. 260 e 261, edição FEB).
A sociedade em que vivemos continua sendo influenciada pelos ideais iluministas. A influência dos iluministas, considerada sua presença na modernidade, e suas marcas históricas deram um novo rumo à política, à economia, à cultura, à sociedade e à ciência. O Estado reformulou-se, a imprensa libertou-se da censura, o mercado ampliou seu espaço, a ciência moderna avançou nos seus descobrimentos.
A democracia - o direito ao voto - tornou-se um estado de direito de muitas nações. A cultura secular, o expansionismo econômico, a indústria que se abriu para a modernização, o equilíbrio do três poderes, o declínio da religião escravizadora, a importância histórica, a superação do pensamento tradicional, são algumas das invenções culturais do iluminismo.
A sociedade em que vivemos continua sendo influenciada pelos ideais iluministas. Voltaire, Rousseau, Diderot, Montesquieu, Descartes, Newton e muitos outros refletiam o rompimento com a ideologia religiosa dominante e em decorrência viu-se a formação daquilo que foi celebrado na modernidade como sendo a "autonomia da razão", as "luzes da razão". Promovendo uma cultura baseada na "secularização da consciência" e no "mecanismo científico" promoveram o esvaziamento da alma do mundo, nas suas explicações estritamente materiais, onde "a matéria explica a matéria" e o universo é unidimensional.
As principais teorias e concepcões científicas do sec.XIX, o Positivismo, o Evolucionismo, o Marxismo, tiveram a marca do legado iluminista, ao messo tempo progressista, racionalista e experimental.
Nesse contexto do Século das Luzes, na França, onde o Iluminismo assumiu sua feição intelectual mais vigorosa, o espiritismo é elaborado pelo iluminista Allan Kardec.
Na revelação da Doutrina Espírita, é exato dizer que o espiritismo é uma ciência de observação, e não, produto da imaginação. As ciências só fizeram progressos importantes depois que seus estudo se basearam no método experimental. Até então, acreditava-se que esse método só era aplicável à matéria, ao passo que o é, também, às coisas da "metafísica".
Allan Kardec não apenas reconhecia o papel fundamental do método positivo no avanço e na consolidação da ciência moderna, como, também, desenvolveu procedimentos para empregar tal método em seus estudos dos fenômenos espíritas, utilizando a teoria do progresso da natureza humana, a lógica e a experimentação como métodos da ciência, a racionalização da vida social, as noção das leis universais que regem o universo e a humanidade, o evolucionismo biológico e a educação racional, sendo possível constatar a significativa influência das principais vertentes do pensamento iluminista (racionalismo, experimentalismo, evolucionismo).
O espiritismo assume uma feição naturalista, isto é, concebe a evolução da vida e da humanidade por meio de leis naturais. Entre elas a reencarnação e a influência recíproca entre os diferentes planos da vida.
O caráter iluminista do espiritismo aparece no seu método, na compreensão da transformação da sociedade, através da mudança de nível da consciência e da irresistível força do progresso (moral, social, antropológico). Aparece, também, no conhecimento racional das leis espirituais, na sua aplicação no campo psicológico, nas crenças, na mudança da sociedade e das instituições.
Em verdade, Allan Kardec, respirando o clima cultural da França no século das luzes, soube trancendê-lo.
Enquanto o modelo da ciência positiva instaurava o império da razão "objetiva", Allan Kardec, no intercâmbio com os "mortos", descobria formas de vida e matéria em outras frequências e planos. Deste diálogo com o desconhecido, foi possível desfazer o aparente abismo da transcendência.
Dessa forma, Allan Kardec, com sua infidelidade ao paradigma cientificista de sua época, soube construir uma nova ciência, uma nova linguagem.
Afinal, descrever formas de matéria cuja grau de eterização rompia com a física corpuscular de Newton, em pleno sec. XIX, significou avançar na direção de uma Concepção Quântica do Universo.
Sendo assim, o espiritismo é, por um lado, iluminista no seu conhecimento racional das leis que regem a evolução bio-psico-espiritual do gênero humano. Encantando o mundo, apontando os valores espirituais, como o amor e a fraternidade universal, com o significado profundo de cada nível evolutivo em cada encarnação.
Mostrando cada ser com a sua individualidade em diferentes esferas e manifestações da vida na grande teia do universo, que não é outra coisa senão os pensamentos e sentimentos de Deus.
Nesse sentido é bom relembrar mais algumas palavras de Kardec, o próprio codificador que sempre respeitou toda manifestação intelectual e física:
"O Espiritismo é uma doutrina filosófica de efeitos religiosos como qualquer filosofia espiritualista, pelo que forçosamente vai encontrar-se com AS BASES FUNDAMENTAIS DE TODAS AS RELIGIÕES: DEUS, A ALMA E A VIDA FUTURA. MAS NÃO É UMA RELIGIÃO CONSTITUÍDA, visto que não tem culto, nem ritos, nem templos e que, entre seus adeptos reais, nenhum tomou o título de sacerdote ou de sumo sacerdote (...) O Espiritismo proclama a liberdade de consciência como um direito natural; proclama-a para seus adeptos assim como para todas as pessoas. Respeita todas as convicções sinceras e faz questão de reciprocidade". (Kardec, Obras Póstumas - Ligeira Resposta aos Detratores do Espiritismo, pág. 260 e 261, edição FEB).
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
A OBRA DE ANDRÉ LUIZ E A FÍSICA QUÂNTICA
A obra de André Luiz, através de Chico Xavier, em complemento à codificação Kardeciana, vem mostrando, em vários aspectos, o quanto se antecipa as modernas conquistas da ciência, mormente no campo da Física Quântica.
À partir de "Nosso Lar", em 1943, a nossa concepção do Mundo Espiritual se amplia, com a revelação da existência de diversas "Esferas Espirituais" que o constituem. Há um estudo muito interessante, calcado na obra de André Luiz, intitulado "As Sete Esferas da Terra", de Mário Frigari, que , por sua vez, em grande parte, se baseia em "Cidade do Além", através dos médiuns Chico Xavier e Heigorina Cunha, pelos espíritos de André Luiz e Lucius, este último, segundo Chico Xavier, pseudômino de Camille Flammarion.
O que Allan Kardec denomina de Mundo Espiritual e André Luiz de "Esferas Espirituais", a Física Quântica tem denominado de "Hiperespaço".
Em "Os Mensageiros", cap. 15,encontramos na palavra de Aniceto:
"Há, porém, André, outro mundos sutis, dentro dos mundos grosseiros, maravilhosa esfera que se interpenetram. O olho humano sofre variadas limitações e todas lentes físicas reunidas não conseguiriam surpreender o campo da alma, que exige o desenvolvimento das faculdades espirituais para tornar-se perceptível. A eletricidade e o magnetismo são duas correntes poderosas que começam a descortinar aos nossos irmãos encarnados alguma coisa dos infinitos potenciais do Invisível, mas ainda é cedo para cogitarmos do êxito completo".
Nas considerações constantes do livro "Cidade do Além", no cap.IV, "Localizações de 'Nosso Lar'- Esfera Espirituais", nos deparamos com preciosa elucidação: " O trânsito entre as esferas se faz por maneiras diversas, por 'Estradas de luz', referidas pelos espíritos como caminhos especiais, destinados a transportes mais importantes. Através dos chamados 'Campos de Saída', que são pontos nos quais as duas esferas próximas se tocam pelas águas, a se supor as que circundam os continentes(oceanos)."Vejamos agora o que transcrevemos da obra "Hiperespaço", de Michio Kaku, professor de Física Teórica no City College da Universidade de Nova York. Graduou-se em Harvard e recebeu o título de doutor em Berkeley: "Nosso universo, portanto, não estaria sozinho, mas seria um dos muitos mundos paralelos possíveis. Seres inteligentes poderiam habitar alguns desses planetas, ignorando por completo a existência de outros" (...)! "Normalmente, a vida em cada um desses planos paralelos prossegue independentemente do que se passa nos outros. Em raras ocasiões, no entanto, os planos podem se cruzar e, por um breve momento, rasgar o próprio tecido do espaço, o que abre um buraco - ou passagem - entre esses dois universos (...) Essas passagens tornam possivel as viagens entre esses mundos, como uma ponte cósmica que ligasse dois universos diferentes ou dois pontos do mesmo universo."
No livro "Voltei", de Irmão Jacob, igualmente psicografado por Chico Xavier, no capítulo "Incidente em Viagem", há interessante narrativa que Mario Friguéri sintetiza em "As Sete Esferas da Terra":
"havia um ponte luminosa assinalando as passagens das regiões de treva para as de luz. Um desencarnado do grupo que volitava sob a supervisão e sustentação fluídica de Bezerra de Menezes e do Irmão Andrade, se desequilibrou ante a magnífica da nova região e, recordando seus antigos deslizes na carne, passou a gritar:
-Não! Não! Não posso! eu matei na Terra! Não mereço a luz divina! sou um assassino, um assassino! Quando seus brados ressoaram lúgubres pelas quebradas sombrias abaixo, outras vozes, parecendo provir de maltas de feras ao pé da ponte, esbravejaram, horríveis:
- Vigiemos a ponte! Assassinos não passam, não passam!"

Emmanuel falou em obra "UM Amor - Muitas Vidas" de Jorge Damas Martins:
"Não podereis, de pronto, entender o nosso esforço. Tende de reconhecer, primeiramente, que o Além não é uma região, e sim um estado imperceptível para vossa potencialidade sensorial. E entendereis que igualmente nós somos ainda relativos, sem nenhum característico absoluto, irmãos de vossa posição espiritual, em caminho para outras realizações e conquistas, como vós outros."
Em suma, a vasta obra que Emmanuel e André Luiz realizaram através de Chico Xavier, em complemento ao Pentateuco, estão a requisitar de nós, espiritas, uma reeleitura, à luz das modernas conquistas da Ciência, para que possamos mais bem assimilar as inúmeras informações que contém, muitas vezes em textos que precisam ser cotejados entre si, à espera de que disponhamos de maturidade espiritual, a fim de compreendê-la em sua profundidade reveladora.
Porque permanecem na superfície da palavra, sem visão mais ampla dessa ou daquela abordagem, muitos não conseguem atinar com o caráter progressivo da Doutrina, opondo-se de maneira sistemática, ao que,por outros autores, encarnados ou desencarnados, lhes soa como novidade ou mesmo contrário aos princípios básicos da Terceira Revelação.
Artigo extraído do site www.bacceli.com.br
Refere Léon Denis, na obra "O Mundo Céltico e o Mundo Invisível":
...o homem moderno e evoluído retirará as suas conclusões partindo das ações das forças superiores e tornar-se-á comparável à antena de vossas telegrafias sem fio. Não está longe o dia em que ficareis convencido de que o infinito é o próprio Deus e de que A VIDA UNIVERSAL CIRCULA POR TODA PARTE, SENDO OS ESPAÇOS SOMENTE CAMPOS VIBRATÓRIOS RADIANTES".
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
EVOLUÇÃO E FÍSICA QUÂNTICA
Há sempre, para tudo, várias possibilidades no mundo "real", e dentre essas possibilidades quânticas o observador escolhe uma. Interpretar é, sob o ponto de vista quântico, escolher, para transformar em realidade, uma entre múltiplas possibilidades.
É a consciência do observador que importa. É ela, focada numa intenção estabelecida que permite, entre infinitas possibilidades, realizar uma. É preciso fé; crer em si e não apenas querer crer.
Só crendo em si, de forma absoluta, é possível transportar do mundo de possibilidades para o chamado mundo real, que não existe independentemente da consciência individual, coletiva ou cósmica.
Não esqueçamos que tudo começa no pensamento, na emoção e em sua leitura. Os nossos pensamentos criam uma forma, forma astral que, adquire vida e procura buscar afins, em outro nível de realidade. Como seu alimento é o pensamento que os criou, buscam aproximar-se do ser criado para induzí-lo a pensar da mesma forma. Asim, pessoas que não querem ter pensamentos de ódio, surprendem-se pensando em odiar. A única maneira de acabar com essa interferência nociva é matar a forma por carência de alimentos. É cortar o fornecimento do pensamento que a nutre, numa luta do criador com a sua criatura.
Podemos nos viciar em emoções negativas como também podemos cultivar as emoções boas e, por esse caminho, repetí-las com facilidade cada vez maior.
CORREÇÃO DE RUMO
É tempos de entendermos e vivenciarmos o novo paradigma, que é uma ampliação do antigo. Saber que o Universo é maior do que imaginamos e que nossas possibilidades vão além do que atualmente produzimos.
Somos uma consciência que recebe um corpo físico para experiência evolutiva e muitas vezes devemos nos perguntar o que estamos fazendo conosco.
Que caminhos e possibilidades estamos elegendo? As que nos engrandecem ou as que nos apequena? A escolha é sempre nossa e a responsabilidade também. Por que muitas vezes as pessoas se entregam a uma vida mesquinha, sem brilho, quase sem evolução?
Possivelmente estejam presas ao velho paradigma do mundo sombrio e do observador incapaz de intervir. Provavelmente não as ensinaram a sonhar com nada melhor, a conhecer a beleza do seu ser e a se trabalhar de dentro para fora.
Somos mais do que pensamos e podemos ser muito mais. "Vós sois deuses". Mas para atingir esse potencial, precisamos nos reconhecer como tais e agir em consonância com nossa verdadeira dimensão.
Realmente, o ato de poder escolher é o grande toque de liberdade que a Física Quântica trouxe ao eliminar o determinismo. A escolha deve atender as necessidades de nossas almas.
Basicamente somos emoções. Ao bloquear-nos para atender esperadas imagens externas vamos aceitando posições contraditórias, insustentáveis. Vivemos num mundo de troca de emoções e devemos deixar que nossas aspirações venham à tona. Ter foco.
Preocupar-nos em relação a determinados problemas, sofrer inutilmente, é sofrer por antecipação criando um clima de angústia, e como consequência escolhemos mal. Sofrendo antecipadamente, bloqueamos a possibilidade de uma boa escolha.
Enquanto o homem comum que comprou a ideia de que nada pode mudar em seu mundo vive triste, queixosa e pobremente, vendo em cada manhã o início de novas rotinas, o Mestre vê cada novo dia como possibilidades de criar um novo caminho e de criar novas realidades.
Basicamente somos emoções. Ao bloquear-nos para atender esperadas imagens externas vamos aceitando posições contraditórias, insustentáveis. Vivemos num mundo de troca de emoções e devemos deixar que nossas aspirações venham à tona. Ter foco.
Preocupar-nos em relação a determinados problemas, sofrer inutilmente, é sofrer por antecipação criando um clima de angústia, e como consequência escolhemos mal. Sofrendo antecipadamente, bloqueamos a possibilidade de uma boa escolha.
Enquanto o homem comum que comprou a ideia de que nada pode mudar em seu mundo vive triste, queixosa e pobremente, vendo em cada manhã o início de novas rotinas, o Mestre vê cada novo dia como possibilidades de criar um novo caminho e de criar novas realidades.
CRIAR O DIA-CRIAR - O CAMINHO
Devemos todas as manhãs criar o nosso próprio dia, de forma consciente. Assim estaremos afetando o nosso Campo Quântico. Podemos pedir aos observadores que, se estiverem olhando enquanto planejamos o nosso dia, e há um aspecto espiritual em nós, que nos auxiliem nessa escolha e saibamos o que podemos fazer e que o sinal vem dos observadores.
Sem dúvida alguma os observadores a quem o cientista Dispenza se refere são os espirítos: espirítos protetores, anjos da guarda, campos energéticos influenciáveis pelo pensamento, podem representar realidades distintas, mas não excludentes.
O certo é que criando cada dia, estou criando o meu destino, do ponto de vista espiritual. As escolhas nos permitem transcender, mudar, levar a níveis cada vez mais altos sendo possível acessar o aspecto espiritual do nosso cérebro.
Quando desejamos muito alguma coisa e ficamos tão envolvidos que chegamos a perder a noção de espaço e tempo, estamos observando a Física Quântica em atividade. É o observador em pleno efeito, naquele estado de consciência em que cria ou altera a realidade.
AS MELHORES ESCOLHAS
Buscar o novo significa sair dos centros negativos, antigas conexões, desfazendo velhas redes que, do ponto de vista das conexões cerebrais, reafirmam nossa personalidade fraca.
Mas a busca bem sucedida deve atender nossa consciência. Muitas vezes as pessoas estão obcecadas pelos padrões da mídia, que objetiva padrões impossíveis, que ninguém consegue alcançar, em termos de aparência física, definição de beleza e valores.
São ilusões a que as pessoas se rendem e as levam a viver na mediocridade.Pensam que as mudanças devem vir de fora para dentro, quando deveria ser o contrário. Se a pessoa não se aceita e busca padrões impossíveis, as intervenções externas terão pouco impacto no sentido de torná-las mais feliz. No entanto, se a pessoa entende que nos construímos de dentro para fora e temos aspirações equilibradas, esse simples pensamento de harmonia passa a colapsar o melhor para nós. O sonho rege a realidade.
É preciso deixar a alma vir à tona. Não confundir o ter com o ser. É super aborrecido ter de ficar escutando das pessoas a última viagem que fizeram à Europa, sempre com detalhes de em que hotéis ficaram e coisas do gênero; sobre a casa da praia que compraram, quantos metros quadrados ela possui e principalmente quanto custou.
Nessa ilusão, o espirito, a alma, podem nunca aparecer para dizer que quer crescer, mudar, ser algo mais. Mas, se a alma vem á tona, a pessoa começa a se perguntar se há algo além disso: "por que estou aqui?" "Qual o propósito da vida?"
Quando tais percepções começam a pessoa pode ter a sensação de estar tendo um colapso nervoso. Não se trata disso. É apenas o desmoronamento do seu velho mundo, com todos os seus valores supérfluos. A travessia é um tanto perturbadora: ou a pessoa volta para falsas seguranças ou cultiva a esperança e realiza avanço espiritual.
Mudando o modo de pensar, mudamos as intenções e mudamos a vida. Transformamo-nos de dentro para fora, e essa é a verdadeira transformação. Mudamos o velho ser que éramos, para o novo ser que poderemos ser.
CONSCIÊNCIA X LIVRE-ARBÍTRIO
Para muitos físicos quânticos a descontinuidade do salto quântico é vital. A descontinuidade do salto quântico significa que nem todos os níveis são possíveis para os elétrons num átomo. Então, quando um elétron suficientemente energizado passa de um nível para outro mais alto, só poderá fazê-lo recebendo a quantidade de energia correspondente à diferença entre os dois níveis, pois não poderá ocupar posições intermediárias.
Ao passar de um salto para outro, realiza o salto quântico. Mas como não pode ocupar posições intermediárias, não pode passar pelo espaço natural, o espaço vulgar que separa os dois níveis.
Os físicos chamaram espaço de transcendência, pois ao efetuar esse salto, o elétron não passou por um espaço vulgar, como na física tradicional, mas por um espaço conceitual.
Essa descontinuidades continuarão existindo, embora não haja explicação matemática. E daí a conclusão: se não existe a previsão matemática, há espaço para o livre-arbítrio.
O livre-arbítrio, Deus, Consciência, colapso, entraram para a física porque os físicos descobriram o Princípio da Incerteza e passaram a saber que existem as possibilidades e as probabilidades. Então deve haver um agente que colapsa as possibilidades em eventos reais. Esse agente não é determinista. O Princípio da Incerteza é fundamental.
Há então uma solução não determinista, uma possibilidade de escolha pela Consciência, que levou Goswami, Allan Wolf, Henry Stab, e Nick Herbert, todos PHD em física, a aprofundarem seus estudos no sentido da espiritualidade. A conclusão que se impôs, pelo caminho da ciência pura, é que o Universo é matematicamente inconsistente sem existência de um conjunto superior, no caso, Deus.
Acreditam os pensadores citados que se esses estudos se desenvolverem, Deus será objeto de ciência e não apenas de religião. Prevendo esse futuro, Kardek, ao lançar as bases da Ciência dos Espirítos, determinou que os seguidores da Doutrina Espírita deveriam buscar ativamente o conhecimento libertador, ao sentenciar: Amai-vos e instrui-vos.
Hoje, sabemos que o verdadeiro conhecimento leva ao amor, pois se tudo está conectado no universo, é amando o meu próximo e ajudando-o que consigo progredir e e ajudar-me.
Voltando ao observador, sabemos que não há fenômeno sem que seja registrado e que a Consciência que escolhe o colapso é a Consciência Universal.
Então, ao sabermos da influência do observador, um co-criador de fenômenos e que não há fenômenos sem observador, poderíamos nos perguntar como as leis físicas, os átomos, a Terra, existiam quando não havia o homem para observá-los. Obviamente estavam sob a Magna Consciência que os criou. A Consciência Cósmica não é subjetiva. Age de forma bem definida.
Em não havendo ma Consciência Cósmica, cada ser criaria sua realidade, no mesmo plano e aperceberia de uma forma diferente, mas aí estaríamos a um passo do absurdo, acreditando que tudo o que percebo, inclusive as outras pessoas, seria mera criação da minha mente.
Ao verificar que o racionalismo não é suficiente para descrição completa do Universo, os físicos passaram a considerar as informações vindas de mundos extra-sensoriais, como a intuição.
Passaram a considerar faculdades do espírito para o melhor exame e descrição do Universo.
Nessa visão ou queremos progredir ou ficamos presos a condicionamentos. Então, quanticamente, em vez de pensarmos em bem ou mal, pensamos em criatividade X condicionamento. A criatividade nos permite evoluir, abrindo novas perspectivas: o condicionamento nos estanca em um mundo em que não podemos intervir.
Segundo Danah Zohar, física e pós- graduada em Filosofia e Religião na Universidade de Harvard, a revolução científica do sec. XVII, com a dúvida cartesiana e a Mecânica de Newton, mudaram radicalmente o modo como vemos a nós mesmos e ao mundo.
Segundo essa autora, a filosofia cartesiana arrancou os seres humanos do contexto religioso, social e familiar e lançou-os de ponta-cabeça no que ela chama de cultura centrada no eu. O observador estava apartado de uma realidade na qual não tinha escolha ou condição de interferência.
Da previsibilidade surgiu o determinismo, mas esse não é invocado apenas pela mecânica newtoniana. É também base de muitos sistemas religiosos, que viam o Universo como gigantesca empresa, governada por Deus e a Seu serviço, onde o homem insignificante deveria compreender que "manda quem pode, obedece quem tem juizo."
Assim funcionam até hoje muitas empresas, cultivando lideranças autoritárias e acreditando que a força de um, impondo temor aos outros, constrói mais do que a sinergia.
Bertrand Russel, matemático, lógico e filósofo inglês, escreveu - "O mundo que a ciência nos apresenta para que acreditemos nos diz: que o homem é o produto de causas que não tinham qualquer previsão do fim ao qual chegariam; que sua origem, seu crescimento, esperanças e temores, seus amores e crenças, não passam do resultado do posicionamento acidental de átomos; que nenhum heroísmo, nenhum grau de pensamento ou de sentimento pode preservar a vida individual após a morte; que toda labuta dos séculos, toda a devoção, toda a inspiração, todo o imenso brilho do gênio humano estão destinados à extinção na vasta morte do sistema solar; e que toda conquista humana deverá inevitavelmente ser soterrada sob os escombros de um Universo em ruínas."
Em um mundo assim descrito é natural que prevaleça o egocentrismo, a opressão do mais forte sobre o mais fraco como comportamentos naturais, de acordo com as leis que regem o Universo.
As leis da História descritas por Marx, a luta desesperada pela sobrevivência de Darwin, e as tempestuosas forças da sombria psiquê de Freud devem, em alguma medida, sua inspiração à Teoria Física de Newton.
É natural a prepotência, até porque num mundo em que só as forças tem significado e capacidade de produzir mudanças, o uso delas para qualquer objetivo é perfeitamente lógico e natural.
Essa Física inclui a consciência e a imortalidade, que nada mais é que uma decorrência do Princípio da Lei da Conservação da Energia.
Goswami ficou impressionado porque a Física Quântica permitiu responder de forma afirmativa se há Reencarnação. Concordando com Kardec, ele acha impressionante que um dia a ciência possa responder a perguntas do tipo: "o que acontecerá quando eu morrer?"
Resgatando o papel da consciência e reintegrando o homem ao mundo,a Física Quântica nos abre novas, luminosas e felizes perspectivas.
Nessa visão ou queremos progredir ou ficamos presos a condicionamentos. Então, quanticamente, em vez de pensarmos em bem ou mal, pensamos em criatividade X condicionamento. A criatividade nos permite evoluir, abrindo novas perspectivas: o condicionamento nos estanca em um mundo em que não podemos intervir.
Segundo Danah Zohar, física e pós- graduada em Filosofia e Religião na Universidade de Harvard, a revolução científica do sec. XVII, com a dúvida cartesiana e a Mecânica de Newton, mudaram radicalmente o modo como vemos a nós mesmos e ao mundo.
Segundo essa autora, a filosofia cartesiana arrancou os seres humanos do contexto religioso, social e familiar e lançou-os de ponta-cabeça no que ela chama de cultura centrada no eu. O observador estava apartado de uma realidade na qual não tinha escolha ou condição de interferência.
Da previsibilidade surgiu o determinismo, mas esse não é invocado apenas pela mecânica newtoniana. É também base de muitos sistemas religiosos, que viam o Universo como gigantesca empresa, governada por Deus e a Seu serviço, onde o homem insignificante deveria compreender que "manda quem pode, obedece quem tem juizo."
Assim funcionam até hoje muitas empresas, cultivando lideranças autoritárias e acreditando que a força de um, impondo temor aos outros, constrói mais do que a sinergia.
Bertrand Russel, matemático, lógico e filósofo inglês, escreveu - "O mundo que a ciência nos apresenta para que acreditemos nos diz: que o homem é o produto de causas que não tinham qualquer previsão do fim ao qual chegariam; que sua origem, seu crescimento, esperanças e temores, seus amores e crenças, não passam do resultado do posicionamento acidental de átomos; que nenhum heroísmo, nenhum grau de pensamento ou de sentimento pode preservar a vida individual após a morte; que toda labuta dos séculos, toda a devoção, toda a inspiração, todo o imenso brilho do gênio humano estão destinados à extinção na vasta morte do sistema solar; e que toda conquista humana deverá inevitavelmente ser soterrada sob os escombros de um Universo em ruínas."
Em um mundo assim descrito é natural que prevaleça o egocentrismo, a opressão do mais forte sobre o mais fraco como comportamentos naturais, de acordo com as leis que regem o Universo.
As leis da História descritas por Marx, a luta desesperada pela sobrevivência de Darwin, e as tempestuosas forças da sombria psiquê de Freud devem, em alguma medida, sua inspiração à Teoria Física de Newton.
É natural a prepotência, até porque num mundo em que só as forças tem significado e capacidade de produzir mudanças, o uso delas para qualquer objetivo é perfeitamente lógico e natural.
- A Física Quântica reintegra o homem no mundo. Afirma que todos estamos ligados e tem no inter-relacionamento, no entrelaçamento de tudo, sua lei Maior. Afirma a unidade de tudo, e eliminando o determinismo, novamente concede ao homem a possibilidade de sentir a maravilhosa experiência da liberdade.
Essa Física inclui a consciência e a imortalidade, que nada mais é que uma decorrência do Princípio da Lei da Conservação da Energia.
Goswami ficou impressionado porque a Física Quântica permitiu responder de forma afirmativa se há Reencarnação. Concordando com Kardec, ele acha impressionante que um dia a ciência possa responder a perguntas do tipo: "o que acontecerá quando eu morrer?"
Resgatando o papel da consciência e reintegrando o homem ao mundo,a Física Quântica nos abre novas, luminosas e felizes perspectivas.
"Escolho, logo existo." Pense nisto!
A Quântica se interconecta com o espiritismo ao estabelecer o primado do livre-arbítrio e, com ele, o da nossa responsabilidade. Também se integram muitas religiões e filosofias que entendem que o homem é o construtor do seu destino e age de acordo com suas escolhas pessoais, de sua plena responsabilidade.
Nossa missão, nessa Terra, é evoluir junto com ela, melhorando-lhe as condições e possibilidades, passando por diferentes estágios de aperfeiçoamento. Não estamos limitados ao tempo de uma existência; aprendemos sucessivamente, repetimos experiências e vamos evoluindo rumo a planos superiores.
Há duas posições defensáveis:
Uma, entender que com a morte tudo termina. Não resiste a uma observação sobre entropia, uma vez que o Universo fruto do acaso é cada vez mais descartado pelos cientistas, que hoje entendem que a base formadora do universo é a energia e intenção.
A outra é crer numa inteligência suprema, à falta de um termo mais adequado, planejadora e executora do Universo, e do espirito humano imortal.
Aí, como corolário da justiça divina, teremos a evidência da reencarnação. Só através dela poderemos vislumbrar, entre aparentes injustiças, a equidade do "A cada um segundo suas obras." Só a ideia da reencarnação permite a ideia de um Deus justo.
Nossa missão, nessa Terra, é evoluir junto com ela, melhorando-lhe as condições e possibilidades, passando por diferentes estágios de aperfeiçoamento. Não estamos limitados ao tempo de uma existência; aprendemos sucessivamente, repetimos experiências e vamos evoluindo rumo a planos superiores.
Há duas posições defensáveis:
Uma, entender que com a morte tudo termina. Não resiste a uma observação sobre entropia, uma vez que o Universo fruto do acaso é cada vez mais descartado pelos cientistas, que hoje entendem que a base formadora do universo é a energia e intenção.
A outra é crer numa inteligência suprema, à falta de um termo mais adequado, planejadora e executora do Universo, e do espirito humano imortal.
Aí, como corolário da justiça divina, teremos a evidência da reencarnação. Só através dela poderemos vislumbrar, entre aparentes injustiças, a equidade do "A cada um segundo suas obras." Só a ideia da reencarnação permite a ideia de um Deus justo.
REVENDO AS IDEIAS DE DEUS
O grande problema das religiões foi considerar Deus como algo distinto de nós. Alguém que está nos observando para punir-nos ou premiar-nos, ao fim da existência. O pensamento básico é que somos um com o Grande Ser que nos criou, criou as galáxias, e que nos trouxe para cá a fim de que nos aperfeiçoássemos cada vez mais. É necessário trocar o Deus de fora pelo Deus de dentro; viver em Deus.
Não pode haver um Deus só para condenar e é muita pretensão do homem, perdido no fundo do quintal da Via Láctea, achar que pode ofender Deus todo-poderoso.
Deus é um nome para explicar experiências que temos no mundo e que, de certa forma, são transcendentes. As religiões se apropriaram dessas ideias e fizeram muito mal ao homem. Mas não podemos confundir as religiões como conjunto de princípios, como fazem dela líderes despreparados. Alguns credos, que se pretendem os únicos e verdadeiros e pugnam pela eliminação dos demais, não podem ser confundidas com as bases morais e filosóficas da maioria das religiões.
Há que se separar a mensagem que gera o movimento daquilo que fazem dele líderes mal preparados e ávidos de poder material e esquecidos de que os dons do espirito só se desenvolvem com tolerância, como caminho, e a fraternidade, como ideal maior.
Kardec despersonaliza Deus, entendendo-o como inteligência suprema. Estamos aqui, criaturas de uma Consciência Cósmica para evoluir, construindo um mundo melhor, que se configura de dentro para fora. Estamos aqui para evoluir, para amar sem temor, para a busca da felicidade.
Prêmios e castigos não existem como algo imposto por uma autoridade externa. O que existe é a Lei de Ação e Reação mais uma vez colocando a responsabilidade sobre nós. Simplesmente a Lei física de Ação e Reação.
O eco ou a reverberação, a volta de um som que produzimos ao ser refletido num obstáculo, terá a mesma frequência do som original. É uma lei natural. O que fazemos a nós retorna; colhemos aquilo que plantamos.
Por isso devemos procurar melhorar nossos relacionamentos; não remoer ódios ou ressentimentos. O Dalai Lama nos ensina que o caminho da felicidade passa pela compaixão que devemos ter para com todas as criaturas. O verdadeiro significado da compaixão é uma atitude de compreensão que devemos ter em relação aos demais. Entendendo que por piores que nos pareçam as atitudes de uma pessoa e por pior que ela nos pareça ser, um dia ela evoluirá e chegará à níveis superiores.Ninguém está perdido para a evolução.
ENTÃO:
Somos uma consciência que sempre existiu no Campo Quântico de infinitas possibilidades, colapsadas pela Consciência Universal e que sempre existirá no fascinante mundo da evolução.
Como vimos, as grande lições da Física Quântica nos reintegraram ao mundo e nos devolveram a liberdade de escolha.
Em resumo, as grandes conquistas dessa ciência são:
- Temos possibilidades de escolha: Escolho,logo existo.
- O observador é um co-criador.
- Não há fenômeno que não seja observado por alguém.
- O Universo está interconectado(essa é a grande lei).
- Somos uns com os outros e com a Grande Consciência Cósmica.
- O mundo não é determinista, logo temos o libre-arbítrio.
- O Universo é matematicamente inconsistente sem a existência de um conjunto superior, no caso, Deus.
Em respeito a grandeza do nosso ser, que é uno com o Universo e com todos os outros seres, vamos fazer melhores escolhas. Escolha mais felizes, orientadas pelo amor, que é a grande lei da espiritualidade. Vamos nos construir como seres de luz e harmonia. Vamos amar intensamente, cultivar os sentimantos de fratenidade, porque todos somos um.
E, assim entendemos que todos somos um, e que o mal que fazemos aos outros fazemos a nós mesmos, assim como o bem. Marchemos para um mundo de paz e realizações, fazendo o planeta dar um salto quântico na escala evolutiva, que depende do salto dado por seus habitantes, energizados pelo amor e pelos sentimentos de paz, desenvolvido a partir da capacidade de entender as pessoas como elas são e não como nós gostaríamos que fossem, ou queremos determinar que sejam.
Extraído de artigo de Moacir Lima
Extraído de artigo de Moacir Lima
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
PONTO CRÍTICO
"Nunca duvide que um pequeno grupo de pessoas comprometidas e preocupadas possa mudar o mundo.
Certamente, é a única coisa que alguma vez o fez."
Margaret Mead
Margaret Mead
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
TEORIA QUÂNTICA, MÚLTIPLOS UNIVERSOS E O DESTINO DA CONSCIÊNCIA HUMANA APÓS A MORTE
Desde que o mundo existe discutimos e tentamos descobrir se existe vida além da morte.
Desta vez a ciência quântica explica e comprova que existe sim vida (não física) após a morte de qualquer ser humano.
No livro intitulado "O biocentrismo: como a vida e a consciência são chaves para entender a natureza do universo" contém noções de que a vida não acaba quando o corpo morre e pode durar para sempre. O autor dessa publicação, o cientista Dr. Robert Lanza, eleito o terceiro mais importante cientista vivo pelo NY Times, não tem dúvidas de que isso é possível.
ALÉM DO TEMPO E DO ESPAÇO
É a consciência que cria o universo material e não o contrário. As leis, forças e constantes variações do universo parecem estar afinadas para a vida, ou seja, a existência que existia antes importa muito. o espaço e o tempo não são coisas mas sim ferramentas do nosso entendimento animal. Carregamos o espaço e o tempo em torno de nós como tartarugas, o que significa que quando o casco sai, o tempo e o espaço ainda continuam.
A teoria sugere que a morte da consciência simplesmente não existe. Ela só existe como um pensamento porque as pessoas se identificam com seu corpo. Elas acreditam que o corpo vai morrer mais cedo ou mais tarde, pensando que a sua consciência vai morrer também. Se a consciência gera o corpo, então a consciência morre quando o corpo morre. Mas se o corpo recebe a consciência da mesma forma que uma caixa de TV a cabo recebe sinais de satélite então está claro que a consciência não termina com a morte do veículo físico. Na verdade a consciência existe fora das restrições do tempo e do espaço. Ela é capaz de estar em qualquer lugar, no corpo humano: e no exterior de si mesma. Em outras palavras, é não-local, da mesma forma que os objetos físicos são não-local.
Acredita-se que multiplos universos possam existir simultâneamente. Em um universo o corpo pode estar morto e no outro continua a existir, absorvendo a consciência que migraram para esse universo.Isso significa que uma pessoa morta enquanto viaja através do mesmo túnel, não acaba nem no céu nem no inferno, mas num mundo semelhante a ele ou a ela que foi habitado, mas dessa vez vivo. E assim por diante, infinitamente, quase como um efeito cósmico vida após a morte.
VÁRIOS MUNDOS
São os físicos e astrofísicos que tendem a concordar com a existência de mundo paralelos e que sugerem a possibilidade de múltiplos universos. Não são apenas meros mortais que querem viver para sempre. Eles acreditam que não existem leis físicas que proíbem a existência de mundos paralelos. Basicamente a idéia é que, em determinado momento, o universo se divide em inúmeros casos semelhantes e no momento seguinte, esses universos "recém-
nascidos" dividem-se de forma semelhante. Então em algum desses mundos que podemos estar presentes, lendo esse artigo em um universo, e assistindo TV em outro.
ALMA
A consciência reside de acordo com Dr. Stuart e o físico britânico Dr. Roger Penrose nas células cerebrais que são os sítios primários do processamento quântico. Após a morte essa informação é liberada de seu corpo, o que significa que a sua consciência vai com ele.
Assim, há outros lugares ou universos onde nossa alma pode migrar após a morte. Mas será que a alma existe? Nossas almas estão de fato construídas a partir da própria estrutura do universo e podem ter existido desde o início dos tempos. Nossos cérebros são apenas receptadores e amplificadores para a consciência que é intrínseca ao tecido do espaço-tempo. Há realmente uma parte de sua consciência que não é material e vai viver após a morte do seu corpo físico.
A consciência reside de acordo com Dr. Stuart e o físico britânico Dr. Roger Penrose nas células cerebrais que são os sítios primários do processamento quântico. Após a morte essa informação é liberada de seu corpo, o que significa que a sua consciência vai com ele.
Assim, há outros lugares ou universos onde nossa alma pode migrar após a morte. Mas será que a alma existe? Nossas almas estão de fato construídas a partir da própria estrutura do universo e podem ter existido desde o início dos tempos. Nossos cérebros são apenas receptadores e amplificadores para a consciência que é intrínseca ao tecido do espaço-tempo. Há realmente uma parte de sua consciência que não é material e vai viver após a morte do seu corpo físico.
O Dr. Hameroff disse em um documentário no Canal Science: "Vamos dizer que o coração pare, que o sngue pare de fluir e os os microtúblos percam seu estado quântico. A informação quântica dentro dos microtúbulos não é destruída, não pode ser destruída, ele só distribui e se dissipa no universo como um todo. Como não existe um único universo, ela talvez exista em outro universo.
Se o paciente é ressuscitado, essa informação quântica pode voltar para os microtúbulos e o paciente diz: "Eu tive uma experiência de quase morte." Se o paciente não reviveu e morre é possível que esta informação quântica possa existir fora do corpo, talvez indefinidamente, como uma alma.
A consciência quântica explica coisas, como experiências de quase morte, projeção astral e até mesmo a reencarnação sem a necessidade de recorrer a ideologias religiosas. A energia de sua consciência potencialmente é reciclada de volta em um corpo diferente em algum momento e nesse meio tempo ela existe fora do corpo físico em algum outro nível de realidade e possivelmente, em outro universo.
Se o paciente é ressuscitado, essa informação quântica pode voltar para os microtúbulos e o paciente diz: "Eu tive uma experiência de quase morte." Se o paciente não reviveu e morre é possível que esta informação quântica possa existir fora do corpo, talvez indefinidamente, como uma alma.
A consciência quântica explica coisas, como experiências de quase morte, projeção astral e até mesmo a reencarnação sem a necessidade de recorrer a ideologias religiosas. A energia de sua consciência potencialmente é reciclada de volta em um corpo diferente em algum momento e nesse meio tempo ela existe fora do corpo físico em algum outro nível de realidade e possivelmente, em outro universo.
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