Motivo do blog:
A grande bola da vez é a Física Quântica - que comprova a espiritualidade antiga oriental. Portanto, visto que somos co-criadores e ao mesmo tempo participantes do Universo, vamos aproveitar e criar alegria, amor, paz, tolerância e todas as coisas que fazem o ser humano ser equilibrado e feliz. Vamos criar nossa própria felidade, minha gente, curtindo os dias de nossa vida! CARPE DIEM...
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
ILUMINISMO E ESPIRITISMO
O Iluminismo, ou melhor dizendo, a Filosofia das Luzes, é o movimento filosófico do sec. XIX, que se caracteriza pela confiança no progresso e na razão, pelo desafio à tradição e à autoridade e pelo incentivo à liberdade de pensamento. O Espiritismo, considerado um libertador de consciências, utilizou esses avanços de pensamento.
O Iluminismo visa à emancipação do ser humano e de toda a humanidade por meio das luzes da razão. A chamada idade da razão tem por objetivo a sua própria autonomia, no sentido de vencer as trevas da superstição, da ignorância, do fanatismo, e da intolerância tanto moral quanto religiosa.
O Iluminismo assume o pressuposto de que a felicidade já não é algo utópico, mas encontra-se atrelada ao progresso material e moral da humanidade. Consequentemente, o seu carro chefe é a revolução industrial e a descoberta de novas técnicas para tornar os bens naturais em bens úteis. O homem deveria sair do estado de minoridade em que ele mesmo havia se colocado; a minoridade significando a própria incapacidade de usar o próprio intelecto sem a orientação de outrem. Daí a confiança na razão, no racional, e o repúdio a religião.
Qual o papel das ciências na propagação do iluminismo? A razão suspeitava de tudo. Para a comprovação dos fatos, precisava de provas. Porisso o aparecimento das diversas ciências, cujo método teórico-experimental, em todos campos do saber, preparava a revolução industrial, a revolução da energia.
O Espiritismo surgiu na época certa, quando as ciências já estavam desenvolvidas e o método teórico-experimental era aplicado em tudo que se pensava saber. Se tivesse sido cogitado antes, poderia não vingar. Havia a necessidade de se aliar a razão a fé, ou seja, tornar a fé raciocinada.
Allan Kardec era um cientista, e como tal, tinha muito apreço pela relação causa e efeito. Não resta dúvida que recebera influência do iluminismo, pois não vivia à margem do que acontecia na França. Observe sua reação ao fenômeno das mesas girantes. Enquanto o seu amigo falava que as mesas se moviam, ele aceitava tranquilamente. Foi só relatar que, além de se mover as mesas também falavam, ele colocou em dúvida tal afirmação e foi procurar a causa, ou seja, de onde vinha aquela voz, visto que uma mesa não tem cérebro para pensar.
O espiritismo prende-se a todos os ramos da Filosofia, da Metafísica, da Psicologia e da Moral. É a síntese de todo processo de conhecimento, desde a filosofia de Sócrates e Platão, considerados os seus precursores. É a mais completa Doutrina de Consolo até hoje aparecida na face da Terra. Em seu conteúdo doutrinário, toca em todos pontos centrais de toda e qualquer filosofia ou religião, como é o caso de Deus, do Espirito, da matéria, da sobrevivência da alma após a morte e da comunicação com os espíritos.
A sociedade em que vivemos continua sendo influenciada pelos ideais iluministas. A influência dos iluministas, considerada sua presença na modernidade, e suas marcas históricas deram um novo rumo à política, à economia, à cultura, à sociedade e à ciência. O Estado reformulou-se, a imprensa libertou-se da censura, o mercado ampliou seu espaço, a ciência moderna avançou nos seus descobrimentos.
A democracia - o direito ao voto - tornou-se um estado de direito de muitas nações. A cultura secular, o expansionismo econômico, a indústria que se abriu para a modernização, o equilíbrio do três poderes, o declínio da religião escravizadora, a importância histórica, a superação do pensamento tradicional, são algumas das invenções culturais do iluminismo.
A sociedade em que vivemos continua sendo influenciada pelos ideais iluministas. Voltaire, Rousseau, Diderot, Montesquieu, Descartes, Newton e muitos outros refletiam o rompimento com a ideologia religiosa dominante e em decorrência viu-se a formação daquilo que foi celebrado na modernidade como sendo a "autonomia da razão", as "luzes da razão". Promovendo uma cultura baseada na "secularização da consciência" e no "mecanismo científico" promoveram o esvaziamento da alma do mundo, nas suas explicações estritamente materiais, onde "a matéria explica a matéria" e o universo é unidimensional.
As principais teorias e concepcões científicas do sec.XIX, o Positivismo, o Evolucionismo, o Marxismo, tiveram a marca do legado iluminista, ao messo tempo progressista, racionalista e experimental.
Nesse contexto do Século das Luzes, na França, onde o Iluminismo assumiu sua feição intelectual mais vigorosa, o espiritismo é elaborado pelo iluminista Allan Kardec.
Na revelação da Doutrina Espírita, é exato dizer que o espiritismo é uma ciência de observação, e não, produto da imaginação. As ciências só fizeram progressos importantes depois que seus estudo se basearam no método experimental. Até então, acreditava-se que esse método só era aplicável à matéria, ao passo que o é, também, às coisas da "metafísica".
Allan Kardec não apenas reconhecia o papel fundamental do método positivo no avanço e na consolidação da ciência moderna, como, também, desenvolveu procedimentos para empregar tal método em seus estudos dos fenômenos espíritas, utilizando a teoria do progresso da natureza humana, a lógica e a experimentação como métodos da ciência, a racionalização da vida social, as noção das leis universais que regem o universo e a humanidade, o evolucionismo biológico e a educação racional, sendo possível constatar a significativa influência das principais vertentes do pensamento iluminista (racionalismo, experimentalismo, evolucionismo).
O espiritismo assume uma feição naturalista, isto é, concebe a evolução da vida e da humanidade por meio de leis naturais. Entre elas a reencarnação e a influência recíproca entre os diferentes planos da vida.
O caráter iluminista do espiritismo aparece no seu método, na compreensão da transformação da sociedade, através da mudança de nível da consciência e da irresistível força do progresso (moral, social, antropológico). Aparece, também, no conhecimento racional das leis espirituais, na sua aplicação no campo psicológico, nas crenças, na mudança da sociedade e das instituições.
Em verdade, Allan Kardec, respirando o clima cultural da França no século das luzes, soube trancendê-lo.
Enquanto o modelo da ciência positiva instaurava o império da razão "objetiva", Allan Kardec, no intercâmbio com os "mortos", descobria formas de vida e matéria em outras frequências e planos. Deste diálogo com o desconhecido, foi possível desfazer o aparente abismo da transcendência.
Dessa forma, Allan Kardec, com sua infidelidade ao paradigma cientificista de sua época, soube construir uma nova ciência, uma nova linguagem.
Afinal, descrever formas de matéria cuja grau de eterização rompia com a física corpuscular de Newton, em pleno sec. XIX, significou avançar na direção de uma Concepção Quântica do Universo.
Sendo assim, o espiritismo é, por um lado, iluminista no seu conhecimento racional das leis que regem a evolução bio-psico-espiritual do gênero humano. Encantando o mundo, apontando os valores espirituais, como o amor e a fraternidade universal, com o significado profundo de cada nível evolutivo em cada encarnação.
Mostrando cada ser com a sua individualidade em diferentes esferas e manifestações da vida na grande teia do universo, que não é outra coisa senão os pensamentos e sentimentos de Deus.
Nesse sentido é bom relembrar mais algumas palavras de Kardec, o próprio codificador que sempre respeitou toda manifestação intelectual e física:
"O Espiritismo é uma doutrina filosófica de efeitos religiosos como qualquer filosofia espiritualista, pelo que forçosamente vai encontrar-se com AS BASES FUNDAMENTAIS DE TODAS AS RELIGIÕES: DEUS, A ALMA E A VIDA FUTURA. MAS NÃO É UMA RELIGIÃO CONSTITUÍDA, visto que não tem culto, nem ritos, nem templos e que, entre seus adeptos reais, nenhum tomou o título de sacerdote ou de sumo sacerdote (...) O Espiritismo proclama a liberdade de consciência como um direito natural; proclama-a para seus adeptos assim como para todas as pessoas. Respeita todas as convicções sinceras e faz questão de reciprocidade". (Kardec, Obras Póstumas - Ligeira Resposta aos Detratores do Espiritismo, pág. 260 e 261, edição FEB).
A sociedade em que vivemos continua sendo influenciada pelos ideais iluministas. A influência dos iluministas, considerada sua presença na modernidade, e suas marcas históricas deram um novo rumo à política, à economia, à cultura, à sociedade e à ciência. O Estado reformulou-se, a imprensa libertou-se da censura, o mercado ampliou seu espaço, a ciência moderna avançou nos seus descobrimentos.
A democracia - o direito ao voto - tornou-se um estado de direito de muitas nações. A cultura secular, o expansionismo econômico, a indústria que se abriu para a modernização, o equilíbrio do três poderes, o declínio da religião escravizadora, a importância histórica, a superação do pensamento tradicional, são algumas das invenções culturais do iluminismo.
A sociedade em que vivemos continua sendo influenciada pelos ideais iluministas. Voltaire, Rousseau, Diderot, Montesquieu, Descartes, Newton e muitos outros refletiam o rompimento com a ideologia religiosa dominante e em decorrência viu-se a formação daquilo que foi celebrado na modernidade como sendo a "autonomia da razão", as "luzes da razão". Promovendo uma cultura baseada na "secularização da consciência" e no "mecanismo científico" promoveram o esvaziamento da alma do mundo, nas suas explicações estritamente materiais, onde "a matéria explica a matéria" e o universo é unidimensional.
As principais teorias e concepcões científicas do sec.XIX, o Positivismo, o Evolucionismo, o Marxismo, tiveram a marca do legado iluminista, ao messo tempo progressista, racionalista e experimental.
Nesse contexto do Século das Luzes, na França, onde o Iluminismo assumiu sua feição intelectual mais vigorosa, o espiritismo é elaborado pelo iluminista Allan Kardec.
Na revelação da Doutrina Espírita, é exato dizer que o espiritismo é uma ciência de observação, e não, produto da imaginação. As ciências só fizeram progressos importantes depois que seus estudo se basearam no método experimental. Até então, acreditava-se que esse método só era aplicável à matéria, ao passo que o é, também, às coisas da "metafísica".
Allan Kardec não apenas reconhecia o papel fundamental do método positivo no avanço e na consolidação da ciência moderna, como, também, desenvolveu procedimentos para empregar tal método em seus estudos dos fenômenos espíritas, utilizando a teoria do progresso da natureza humana, a lógica e a experimentação como métodos da ciência, a racionalização da vida social, as noção das leis universais que regem o universo e a humanidade, o evolucionismo biológico e a educação racional, sendo possível constatar a significativa influência das principais vertentes do pensamento iluminista (racionalismo, experimentalismo, evolucionismo).
O espiritismo assume uma feição naturalista, isto é, concebe a evolução da vida e da humanidade por meio de leis naturais. Entre elas a reencarnação e a influência recíproca entre os diferentes planos da vida.
O caráter iluminista do espiritismo aparece no seu método, na compreensão da transformação da sociedade, através da mudança de nível da consciência e da irresistível força do progresso (moral, social, antropológico). Aparece, também, no conhecimento racional das leis espirituais, na sua aplicação no campo psicológico, nas crenças, na mudança da sociedade e das instituições.
Em verdade, Allan Kardec, respirando o clima cultural da França no século das luzes, soube trancendê-lo.
Enquanto o modelo da ciência positiva instaurava o império da razão "objetiva", Allan Kardec, no intercâmbio com os "mortos", descobria formas de vida e matéria em outras frequências e planos. Deste diálogo com o desconhecido, foi possível desfazer o aparente abismo da transcendência.
Dessa forma, Allan Kardec, com sua infidelidade ao paradigma cientificista de sua época, soube construir uma nova ciência, uma nova linguagem.
Afinal, descrever formas de matéria cuja grau de eterização rompia com a física corpuscular de Newton, em pleno sec. XIX, significou avançar na direção de uma Concepção Quântica do Universo.
Sendo assim, o espiritismo é, por um lado, iluminista no seu conhecimento racional das leis que regem a evolução bio-psico-espiritual do gênero humano. Encantando o mundo, apontando os valores espirituais, como o amor e a fraternidade universal, com o significado profundo de cada nível evolutivo em cada encarnação.
Mostrando cada ser com a sua individualidade em diferentes esferas e manifestações da vida na grande teia do universo, que não é outra coisa senão os pensamentos e sentimentos de Deus.
Nesse sentido é bom relembrar mais algumas palavras de Kardec, o próprio codificador que sempre respeitou toda manifestação intelectual e física:
"O Espiritismo é uma doutrina filosófica de efeitos religiosos como qualquer filosofia espiritualista, pelo que forçosamente vai encontrar-se com AS BASES FUNDAMENTAIS DE TODAS AS RELIGIÕES: DEUS, A ALMA E A VIDA FUTURA. MAS NÃO É UMA RELIGIÃO CONSTITUÍDA, visto que não tem culto, nem ritos, nem templos e que, entre seus adeptos reais, nenhum tomou o título de sacerdote ou de sumo sacerdote (...) O Espiritismo proclama a liberdade de consciência como um direito natural; proclama-a para seus adeptos assim como para todas as pessoas. Respeita todas as convicções sinceras e faz questão de reciprocidade". (Kardec, Obras Póstumas - Ligeira Resposta aos Detratores do Espiritismo, pág. 260 e 261, edição FEB).
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
A OBRA DE ANDRÉ LUIZ E A FÍSICA QUÂNTICA
A obra de André Luiz, através de Chico Xavier, em complemento à codificação Kardeciana, vem mostrando, em vários aspectos, o quanto se antecipa as modernas conquistas da ciência, mormente no campo da Física Quântica.
À partir de "Nosso Lar", em 1943, a nossa concepção do Mundo Espiritual se amplia, com a revelação da existência de diversas "Esferas Espirituais" que o constituem. Há um estudo muito interessante, calcado na obra de André Luiz, intitulado "As Sete Esferas da Terra", de Mário Frigari, que , por sua vez, em grande parte, se baseia em "Cidade do Além", através dos médiuns Chico Xavier e Heigorina Cunha, pelos espíritos de André Luiz e Lucius, este último, segundo Chico Xavier, pseudômino de Camille Flammarion.
O que Allan Kardec denomina de Mundo Espiritual e André Luiz de "Esferas Espirituais", a Física Quântica tem denominado de "Hiperespaço".
Em "Os Mensageiros", cap. 15,encontramos na palavra de Aniceto:
"Há, porém, André, outro mundos sutis, dentro dos mundos grosseiros, maravilhosa esfera que se interpenetram. O olho humano sofre variadas limitações e todas lentes físicas reunidas não conseguiriam surpreender o campo da alma, que exige o desenvolvimento das faculdades espirituais para tornar-se perceptível. A eletricidade e o magnetismo são duas correntes poderosas que começam a descortinar aos nossos irmãos encarnados alguma coisa dos infinitos potenciais do Invisível, mas ainda é cedo para cogitarmos do êxito completo".
Nas considerações constantes do livro "Cidade do Além", no cap.IV, "Localizações de 'Nosso Lar'- Esfera Espirituais", nos deparamos com preciosa elucidação: " O trânsito entre as esferas se faz por maneiras diversas, por 'Estradas de luz', referidas pelos espíritos como caminhos especiais, destinados a transportes mais importantes. Através dos chamados 'Campos de Saída', que são pontos nos quais as duas esferas próximas se tocam pelas águas, a se supor as que circundam os continentes(oceanos)."Vejamos agora o que transcrevemos da obra "Hiperespaço", de Michio Kaku, professor de Física Teórica no City College da Universidade de Nova York. Graduou-se em Harvard e recebeu o título de doutor em Berkeley: "Nosso universo, portanto, não estaria sozinho, mas seria um dos muitos mundos paralelos possíveis. Seres inteligentes poderiam habitar alguns desses planetas, ignorando por completo a existência de outros" (...)! "Normalmente, a vida em cada um desses planos paralelos prossegue independentemente do que se passa nos outros. Em raras ocasiões, no entanto, os planos podem se cruzar e, por um breve momento, rasgar o próprio tecido do espaço, o que abre um buraco - ou passagem - entre esses dois universos (...) Essas passagens tornam possivel as viagens entre esses mundos, como uma ponte cósmica que ligasse dois universos diferentes ou dois pontos do mesmo universo."
No livro "Voltei", de Irmão Jacob, igualmente psicografado por Chico Xavier, no capítulo "Incidente em Viagem", há interessante narrativa que Mario Friguéri sintetiza em "As Sete Esferas da Terra":
"havia um ponte luminosa assinalando as passagens das regiões de treva para as de luz. Um desencarnado do grupo que volitava sob a supervisão e sustentação fluídica de Bezerra de Menezes e do Irmão Andrade, se desequilibrou ante a magnífica da nova região e, recordando seus antigos deslizes na carne, passou a gritar:
-Não! Não! Não posso! eu matei na Terra! Não mereço a luz divina! sou um assassino, um assassino! Quando seus brados ressoaram lúgubres pelas quebradas sombrias abaixo, outras vozes, parecendo provir de maltas de feras ao pé da ponte, esbravejaram, horríveis:
- Vigiemos a ponte! Assassinos não passam, não passam!"

Emmanuel falou em obra "UM Amor - Muitas Vidas" de Jorge Damas Martins:
"Não podereis, de pronto, entender o nosso esforço. Tende de reconhecer, primeiramente, que o Além não é uma região, e sim um estado imperceptível para vossa potencialidade sensorial. E entendereis que igualmente nós somos ainda relativos, sem nenhum característico absoluto, irmãos de vossa posição espiritual, em caminho para outras realizações e conquistas, como vós outros."
Em suma, a vasta obra que Emmanuel e André Luiz realizaram através de Chico Xavier, em complemento ao Pentateuco, estão a requisitar de nós, espiritas, uma reeleitura, à luz das modernas conquistas da Ciência, para que possamos mais bem assimilar as inúmeras informações que contém, muitas vezes em textos que precisam ser cotejados entre si, à espera de que disponhamos de maturidade espiritual, a fim de compreendê-la em sua profundidade reveladora.
Porque permanecem na superfície da palavra, sem visão mais ampla dessa ou daquela abordagem, muitos não conseguem atinar com o caráter progressivo da Doutrina, opondo-se de maneira sistemática, ao que,por outros autores, encarnados ou desencarnados, lhes soa como novidade ou mesmo contrário aos princípios básicos da Terceira Revelação.
Artigo extraído do site www.bacceli.com.br
Refere Léon Denis, na obra "O Mundo Céltico e o Mundo Invisível":
...o homem moderno e evoluído retirará as suas conclusões partindo das ações das forças superiores e tornar-se-á comparável à antena de vossas telegrafias sem fio. Não está longe o dia em que ficareis convencido de que o infinito é o próprio Deus e de que A VIDA UNIVERSAL CIRCULA POR TODA PARTE, SENDO OS ESPAÇOS SOMENTE CAMPOS VIBRATÓRIOS RADIANTES".
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